segunda-feira, 6 de julho de 2009

Ocupação 07/07

Caros,
Como todos já sabem, e para os que não sabem deixamos aqui o recado. O C.U.R.T.A. tem como proposta também viabilizar e reunir as diversas vertentes artísticas no mesmo ambiente.

Todo mês propomos aos artistas que ocupem e intervenham no espaço com o suporte e de maneira que ela integre com o todo!

Nesta quinta edição deixamos a "cenografia" por conta dos artistas do Espaço Coletivo 132, a baixo segue mais informações sobre este ateliê e cada integrante do grupo.



O Espaço Coletivo 132

O espaço coletivo 132 é uma casa ateliê onde seis artistas com idéias e objetivos em comum residem, para pesquisar, estudar e desenvolver sua arte interagindo na cultura e na paisagem paulistana.

Usando o graffiti como principal influência, demonstram suas produções tanto nas ruas da cidade de São Paulo, e também em telas, instalações e esculturas no ateliê.Na maioria das vezes utilizam materiais de descarte encontrados nos centros urbanos, visando a reciclagem e conservação do meio ambiente como conceito básico da sustentabilidade.



Os Artistas

O Espaço Coletivo 132 é formado por Enivo, Tché Ruggi, Vitor FSE, Rafael Sliks, Rafael Hayashi e Jerry Batista que além da proposta coletiva possuem trabalhos individuais com experiências, estilos e técnicas bem características de cada artista, porém ao mesmo tempo sofrendo influências do conjunto.



Jerry Batista AKA JERRY

O artista insere suas intervenções nas ruas da grande cidade, desde 1996.Nessa galeria a céu aberto, globaliza o seu trabalho.

Traz em seus traços uma convivência em meio ambiente, utilizando materiais descartados, encontrados nas ruas.

Sua intenção é contribuir para se ter uma vida em harmonia.

www.flickr.com/photos/jerrypintura



Marcus Vinicius AKA ENIVO

Firmou um pacto vital com a pintura e sua essência aos 12 anos de idade, através de sua primeira experiência com o graffiti, em 1998.

Desde então veio marcando as ruas da cidade com sua arte, como um carimbo de poesias, expressando o próprio universo e buscando definir-lhe uma forma.

Passou 9 anos seguindo o intuitivo e experimentando diversas técnicas, materiais e linguagens possíveis dentro e fora do graffiti, pintando o momento e valorizando o incosciente expressivo ao resultado final.

E após anos de estudo e tamanhas mutações em sua obra, deixou de rascunhar o intuitivo para empenhar-se na busca do próprio ser, a alma.

Esta busca resultou em inovação nos aspectos estéticos de suas obras, tais como: Harmonia cromática, geometria, equilibrio e beleza. E o levou à desenvolver um campo de energia atemporal, retratando seres extra – físicos em uma época além do nosso presente, onde a evolução dispensa a tecnologia e se foca no avanço espiritual por meio de meditação, tornando assim possível o deslocamento fisico e mental para um outro ambiente e época ainda desconhecidos em nossa era.

Atualmente, além da prática constante com a pintura e o desenho, também atua como Arte – Educador.

www.flickr.com/photos/enivo



Rafael Maciel AKA SLIKS

Começou com street art em São Paulo em 1997.Com seus trabalhos, o artista procura rejeitar concepções lógicas e apegar-se no inconsciente como fonte de inspiração.

Seu objetivo é expressar boas sensações, representando uma natureza mística misturando realidade e fantasia em paissagem singelas, nos levando a crer em um cotidiano conturbado como das grandes cidades.

Com traços que brotam das paredes como plantas cheias de movimentos e sua percepção capaz de soar tanto suave quanto agressivamente, seus trabalhos estimulam o imaginário do observador através de amplas paisagens e seres imaginários.

Suas intervenções urbanas contrastam com o meio em que se encontram. Causando grande impacto e curiosidade na maior parte das vezes, sendo esse o objetivo do artista.

www.flickr.com/photos/prakrti



Marcelo D´alaia Ruggi AKA TCHÉ

Começou sua pesquisa com influência nos desenhos e nas ilustrações, onde depois migrou para o pincel e as tintas. A cenografia dos HQ´s sempre o fascinou, juntamente com seus pontos de câmera, direcionando para o estudo da cosntrução da perspectiva e logo a descontrução.

Nessa série, dialoga com o espaço e seus elementos visuais dispersos, de onde pertence as vivências do dia a dia no meio urbano, como o trabalho, a casa e outros ambientes.

Visualisando isso de um outro ponto de vista, explorando o site específico com pinturas painéis em paredes, telas e materiais retirados das ruas.Desenhando e pintando, estuda informar as pessoas e poder transmitir sensações a partir de simbolos visuais disperços num espaço imaginário.

www.flickr.com/photos/mad_ruggi



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